Mamoplastia Redutora
Mais que estética: devolve qualidade de vida, aliviando dores nas costas e desconfortos nos ombros. Redesenhamos a estrutura mamária proporcional à largura do tórax, com um formato harmonioso, confortável e leve.
Quando o espelho não reflete a sua energia.
O carinho da Dra. Patrícia Maciel por esta cirurgia é antigo. Foi ao comprovar sua experiência na mamoplastia redutora sem próteses que ela se tornou Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
A cirurgia é focada não apenas em aliviar o peso e os incômodos físicos, mas em esculpir a mama de acordo com o biotipo de cada paciente, buscando proporção, simetria, naturalidade e leveza.
Muitas pacientes chegam com grande quantidade de tecido mamário, em dúvida se precisam ou não de prótese. Na avaliação da Dra. Patrícia, quando já existe bastante tecido próprio, associar uma prótese costuma ser uma escolha extrema, pois seria necessário retirar quase todo o tecido mamário para acomodá-la, o que pode deixar a mama volumosa demais ou a prótese sem sustentação adequada.
Por isso, essa não é uma decisão simples. É uma conversa cuidadosa, feita em mamas saudáveis, para avaliar com calma o que faz sentido para cada paciente e respeitar aquilo que ela deseja para o próprio corpo.
Por compartilhar bastante sobre o tema nas redes sociais, muitas pacientes já chegam à consulta compreendendo a proposta da cirurgia sem prótese. O conceito que orienta esse trabalho é o da mama com formato anatômico e natural, o chamado formato de pera, com contorno suave e proporcional. Cada vez mais, elas pedem justamente essa naturalidade, sem um colo muito alto ou armado.
Esse movimento em direção à naturalidade estética tem sido observado não apenas na cirurgia mamária, mas também no contorno corporal e nas cirurgias de face. A busca é por parecer bem cuidada, mais jovem e descansada, preservando a identidade e a leveza de quem não deseja aparentar ter passado por uma cirurgia.

Procedimentos
Procedimento que oferecemos
Mamoplastia redutora sem prótese
Redesenho da estrutura mamária proporcional ao tórax
Perguntas frequentes
Clareza para sua decisão.
Cada caso é único. Estas são as dúvidas mais comuns, que a Dra. Patrícia responde de forma individual na sua avaliação.
A redução do volume mamário traz benefícios estéticos e, em alguns casos, alívio no desconforto causado pelo peso das mamas.
Algumas meninas desenvolvem a mama precocemente e sentem-se desconfortáveis ainda muito jovens. Apesar disso, o ideal é não operar antes dos 18 anos de idade, para que se tenha certeza do completo desenvolvimento das mamas. Somente em casos excepcionais, pode-se avaliar a possibilidade de cirurgia antes disso e a autorização dos pais ou responsáveis é imprescindível. Outro detalhe importante é a gestação: se você pretende engravidar em breve, é melhor operar após ter todos os filhos que pretende.
Para este tipo de cirurgia é necessário anestesia geral. Lembre-se: a anestesia se desenvolveu muito nos últimos anos, sendo hoje um procedimento bastante seguro.
Em geral, é necessário afastar-se do trabalho por poucos dias. Quem trabalha em home office pode retomar o trabalho após 3 ou 4 dias. Para trabalho presencial, será preciso se afastar por, no mínimo, 10 dias. Você não poderá dirigir ou fazer atividades com esforço físico por 2 semanas e terá que dormir de barriga para cima por 4 semanas.
As mamas são constituídas por glândula e gordura, portanto, são estruturas que variam bastante com o ganho ou perda de peso. Desta forma, é muito importante avaliar o peso antes da cirurgia. Se você acha que precisa emagrecer, o ideal é fazer um planejamento de perda de peso antes do procedimento, para que não haja grandes variações de peso após a cirurgia.
O volume mamário ideal é proporcional para cada pessoa. Para tentar encontrar o volume ideal, temos que considerar características individuais, como altura, largura do tórax e formato das mamas. Portanto, só poderá ser definido durante sua consulta.
A diferença de tamanho entre as mamas é extremamente comum. Durante a cirurgia, podemos tentar diminuir essa diferença. Lembre-se: mesmo após a cirurgia, você não ficará com mamas "iguais"; a intenção é deixá-las com uma diferença menos evidente, ou seja, "semelhantes".
Seu tecido mamário natural é extremamente valioso. Se você tem mamas grandes, já tem o preenchimento necessário. O trabalho do cirurgião é remodelar esse tecido para dar um formato bonito, firme e proporcional ao seu corpo, sem depender de adicionar uma prótese. Vale entender um detalhe: se o objetivo for um colo muito alto e marcado (efeito "bola"), isso não é possível apenas com tecido natural, pois a mama natural tem um aspecto mais suave e anatômico. Lembre-se de que a prótese não é eterna: em 10, 15 ou 20 anos será preciso uma nova cirurgia para trocá-la ou retirá-la. É uma decisão que impacta o longo prazo e merece reflexão com calma.
Em geral, não. A realidade atual no Brasil é que, mesmo com a apresentação dos laudos médicos, as operadoras de saúde não têm autorizado a cirurgia de redução mamária. A mamoplastia redutora para hipertrofia não consta de forma explícita e automática no Rol de Procedimentos da ANS, exceto em casos de reconstrução pós-câncer.
Os custos são informados após uma consulta detalhada. É impossível, e injusto com você, definir o valor antes de entender exatamente o que será necessário para chegar ao resultado que você busca.
Sempre em ambiente hospitalar seguro. A Dra. Patrícia atua nos melhores hospitais de São Paulo, como Sírio-Libanês, 9 de Julho e Albert Einstein, garantindo total segurança e conforto.